sexta-feira, 31 de julho de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Olhar sobre o Passado
Do outro lado do quarto encontrava-se o sentimento, em forma abstracta.
Quando é que conseguirei acordar, levantar-me desta cama
E sentir uma vez mais, aquilo, uma vez perdido?
Pequeno almoço, na presença daqueles que me derrubaram.
Como foi tão bom cumeçar o dia a ignora-los.
Inicio da tarde, na companhia da sombra do Presente.
Pendurado no bico da faca, cada vez mais afiada.
Quando é que conseguirei acordar, Esquecer o Passado
E sentir uma vez mais, aquilo, uma vez perdido
Fim do dia, comigo próprio e mais ninguem,
A recordar vezes sem conta todo aquele dia.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Cá dentro ouve-se o que de lá de fora vem, aquele ruido que vem a contribuir para a loucura, que nos transporta para lado algum.Cá dentro abate-se a solidão, de apenas estar cá dentro, ca dentro... isolado de tudo aquilo que brilha perante a tempestade de lá de fora. Nada para além da loucura me prende cá dentro, nem nada para além do medo me afasta de lá fora. O medo de ficar lá e me abstrair de toda a loucura armazenada cá dentro, o medo do sair lá fora expondo a minha vida aos outros.
O Medo de ser apenas mais um, entre muitos outros.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Páginas queimadas em ciclos infinitos repetidos
And There Was All, And There Is Nothing, Dead One, Impaled One, Memorized For All The Eternity Shall Be
Nao é para ser percebido, é para ser entendido, como algo que pretende ser aquilo que é e mais nada será, pois não deverás tentar perceber.
Algo para ser memorável, e esquecido por entre aqueles que em vão tentam perceber, as minhas palavras que nada dizem para alem de verdades ocultas na mentira, por entre papeis de rascunho rasgados a procura do significado do tode este enigma.
E ao dono de todos esses pergaminhos peço desculpa por o seu mau trato, por toda a minha raiva descarregada sobre linhas rapidamente escondidas, por gritos de salvação, que de nada serviram para sair do abismo, por todas aquelas lágrimas caídas de todas aquelas folhas em breve mortas.
Tu crias a tua verdade, tu nao queres perceber isto, tu não vais perceber isto, mas quem mais irá para além daquele que de nada se interessa por aquilo que não consegue compreender?
Nao, nao deverá ser aquele que em seu torno concentra todo o pensamento no problema pois esse nada mais interpretará do que aquilo qu pretende interpretar
Toda esta historia nao passa do ciclo que cumeça e nao tem fim, porque tu nao queres. entao se assim é, que cumeçe tudo de novo:
"And There Was All, And There Is Nothing, Dead One, Impaled One, Memorized For All The Eternity Shall Be..."




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